A panificação portuguesa esteve em destaque internacional nos dias 20 e 21 de janeiro, em Paris, com a participação de Elisabete Ferreira, membro da Plataforma Nacional do Pão, no Scène Bake Contest, integrado na prestigiada feira Sirha Europain.
Num tempo em que discutimos sustentabilidade, território e identidade cultural, torna-se cada vez mais claro que o futuro não se constrói de forma isolada. Constrói-se na relação entre pessoas, saberes, práticas e também entre espécies. Falar de futuro é, inevitavelmente, falar de escolhas coletivas. O que produzimos, como produzimos e quem envolvemos nesse processo define não apenas o sistema alimentar, mas também o território, a biodiversidade e a coesão social. É neste cruzamento que o pão tradicional português assume um papel central — não apenas como alimento essencial, mas como elo entre natureza, cultura e políticas públicas. O projeto Futuros Partilhados, desenvolvido pela Palombar – Conservação da Natureza e do Património Rural, propõe uma reflexão profunda sobre a convivência entre espécies e sobre a forma como as comunidades constroem narrativas comuns a partir do território. Essa reflexão encontra um paralelo direto no trabalho da Plataforma Nacional do Pão (PNP), que procura reposicionar o pão no centro das discussões sobre sustentabilidade, biodiversidade agrícola e desenvolvimento local.
Mais do que uma tendência, a massa-mãe representa tempo, método e escolhas. Este artigo convida o consumidor a compreender melhor o pão que consome e a participar, de forma consciente, na valorização da qualidade e da transparência.
A Plataforma Nacional do Pão (PNP) marcou presença no evento Amassar o Pão, que decorreu em Leiria, uma iniciativa dedicada à reflexão sobre o papel do pão enquanto elemento central da cultura alimentar portuguesa e símbolo de partilha, proximidade e identidade coletiva. A participação da PNP enquadrou-se na sua missão de valorização do pão português, promovendo uma abordagem consciente, informada e respeitadora do seu valor cultural, social e económico. Mais do que um alimento, o pão foi apresentado como um património vivo, profundamente ligado às pessoas.
Antes de existir farinha, existe cereal. E antes de existir cereal, existe solo — um sistema vivo que, ao longo das últimas décadas, mudou profundamente em Portugal. Hoje, compreender essa transformação não é apenas um exercício técnico: é uma necessidade estratégica para todos os que trabalham na valorização do pão português. A Plataforma Nacional do Pão (PNP) tem, por isso, uma responsabilidade clara: interpretar os dados, antecipar tendências e traduzir o que acontece nos campos para o impacto que sentimos nas padarias. Porque a qualidade do pão começa muito antes da amassadura. Começa na forma como o país cuida da terra.
Às quatro da manhã, quando muitas cidades ainda dormem, já existe luz acesa em milhares de fornos. O cheiro, a massa a levedar, o vapor que sai do forno, o som dos tabuleiros a bater na banca de inox: é aqui que começa grande parte do dia de Portugal. A pergunta que hoje se coloca é simples e incómoda: Num mundo de inteligência artificial e robôs, haverá ainda lugar para o padeiro?
Existem histórias que não se encontram em museus. Encontram-se em prateleiras silenciosas, escondidas em páginas antigas, à espera de que alguém as desperte. Foi isso que aconteceu quando a PNP visitou a ACPP – Associação de Cozinheiros Profissionais de Portugal.
Hoje olhamos com respeito para a espiga dourada, ao sol acarinhada, e percebemos que o grão mais humilde se torna o que nos une à mesa — o trigo. No coração da cadeia do pão, o trigo é o elo que liga o campo à aldeia, o padeiro ao consumidor, a tradição à modernidade.
Portugal brilhou no 10.º Mondial du Pain com sabor, alma e nutrição “O pão é mais do que alimento — é cultura, identidade e partilha.”
Durante o evento Coimbra Região Gastronómica 2025, a AHRESP apresentou a sessão “A Mecânica do Restaurante”, destacando a importância de compreender, na prática, o funcionamento de um restaurante. O objetivo foi demonstrar, ao vivo, os procedimentos que garantem eficiência, organização e boa gestão diária, desde a cadeia de produção até ao atendimento do cliente.
No dia 3 de novembro, celebra-se o Dia Mundial da Sanduíche — uma data aparentemente simples, mas cheia de significado...
A propósito do Dia Mundial do Pão e da Alimentação, a Plataforma Nacional do Pão da AHRESP realizou no passado dia 23 de outubro uma iniciativa dedicada à temática, em parceria com o Museu do Pão.
O Município de Seia, representado pelo Vereador Cláudio Figueiredo, participou na iniciativa promovida pela Plataforma Nacional do Pão da AHRESP, dedicada ao papel do pão português como motor de resiliência, identidade cultural e desenvolvimento do território.
A Plataforma Nacional do Pão, da AHRESP, celebrou esta quinta-feira o Dia Mundial do Pão e da Alimentação com o encontro “Do Forno à Mesa”, realizado em Cheleiros, na Casa do Pão de Carvalhal, com o apoio do Município de Mafra.
As plataformas nacionais da AHRESP – Plataforma Nacional do Pão e Plataforma Nacional do Chocolate – promovem, no final de agosto e início de setembro, respetivamente, duas iniciativas que valorizam produtos emblemáticos da gastronomia portuguesa, juntando tradição, história e experiência imersiva. Reserve na sua agenda.
No Festival do Pão, em Mafra, a Plataforma Nacional do Pão, da AHRESP, promoveu um debate onde reuniu padeiros, investigadores e especialistas que defendem ideias comuns: é preciso dar valor ao pão de qualidade e tradição e inovação podem - e devem - caminhar lado a lado.
Mafra acolheu uma programação especial da Plataforma Nacional do Pão, integrada no Festival do Pão, que decorre até 13 de julho, no Jardim do Cerco. O Dia do Padeiro (8 de julho) foi assinalado com uma iniciativa que homenageou toda a cadeia de valor da panificação, destacando o papel essencial dos profissionais que mantêm viva a arte de fazer pão — com amor, saber e sabor, aliando a tradição à inovação.
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